sexta-feira, 10 de julho de 2015

Cafúne e Café

E conseguia sentir aquilo pulsar no peito, um sentimento bom..
Quando você quer se deixar entregar, se pegar pensando na pessoa, nos gestos e até nos sonhos que compartilham.
Acordar, olhar ao lado e ver que não está sozinha, que tem alguém dormindo silenciosamente, algo puro e delicado. Você sorri, e observa cada simples detalhe nos lábios entre a fresta do sol batendo no quarto.
Coisas que muito antes não acreditava, amizade entre os beijos e os momentos mais inseguros compartilhados pelas manhãs. Os beijos entre os goles nas noites de sexta-feira e a entrega na cama girando, girando... Era impossível não se render, era a essência das noites e o princípio de algo que viria a se tornar real. 
Agora o desejo de acreditar em muitas coisas, não simples promessas mas sonhos a serem realizados. 
As viagens e fotos para serem tiradas. 
Os abraços e beijos entre os lábios quentes.  
Uma caixa de sentimentos bons que você abre sem medo do que possa encontrar, se deixa revirar e procurar.
O Cafúne lento no final da tarde, os abraços seguros e quentes, a vontade de estar ali. Muitos momentos foram ali, mas agora era diferente, não existia mais o medo, mas o desejo.
Quando vejo sua foto penso em tudo o que um dia tive medo de viver, e agora fico feliz por não ter escolhido partir e continuar vivendo naquele velho sentimento por algo que já não me fazia feliz. 
É menina, sem medo de viver, sem medo de amar, sem medo de se entregar. Nada que é bom deve ser desconsiderado dessa vida, somos tão passageiros, tantos lugares a conhecer ainda e temos tantos sonhos...Então vivamos, amamos, sejamos gratos a cada coisa boa que a vida prepara. 






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