terça-feira, 15 de setembro de 2015

Depois de tanto tempo, pouco tempo (Monólogo)

As coisas mudaram sem a garota perceber. Agora escrevia novos poemas no canto da folha do fichário, e se pegava entretida nos seus pensamentos mais intrínsecos, como costumava ser. Talvez poucas vezes tivesse, por um instante, escultado a voz do vento e da terra, e o que ambos tinham para falar nos últimos tempos.

Exigências, correria, bagunça, tempo exausto.

Palavras assim, sem notória linha de raciocínio se fazia em sua mente, ela compreendia. Talvez ai, a dificuldade em que muitos tinham, em compreende-la.
Amores, beijos, novos abraços e diálogos. 

Futuro que desejava....confuso, embaraço, desembaraço. 

Lágrimas e sorriso, uma garota, uma confusão e sorrisos pelos pequenos e minúsculos detalhes da vida.
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