terça-feira, 29 de setembro de 2015

Desafogo para o Mundo

Desde quando a garota chorona voltou? 
Olhar em volta, perceber um mundo tão doloroso onde é você é julgado por amar e não importa pra onde siga sempre dirão que você não foi forte.
Encontro crianças na multidão e aqueles olhares inocentes, que não apontam o dedo, mas te abraçam. Todos nós já fomos crianças, felizes, aquelas sem pais, aquelas que passaram fome ou aquelas que moraram nas ruas. Mas fomos crianças, e no fundo sabíamos qual era o sentido da vida, o viver no mais sincero brincar no final da tarde.

É, mas toda infância tem um fim e junto dela os dias advindos. 

Continuo a olhar o mundo, e enxergo uma ilusória felicidade que é desenhada pelas faces mais tristes....me sento e "Pouco importa venha a velhice, que é a velhice? Teus ombros suportam o mundo e ele não pesa mais que a mão de uma criança. As guerras, as fomes, as discussões dentro dos edifícios provam apenas que a vida prossegue e nem todos se libertaram ainda.".


Citação do poema "Os Ombros Suportam o Mundo" de Carlos Drummond de Andrade


quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Deixe ir (Desabafo)

_ “Deixe ir"

Deparei-me pensando nessa frase, como ela está presente na minha vida e como também nunca foi bem aceita por mim. Já estive em diversos momentos cabisbaixa por conta de ações que me decepcionaram, considerando falta de confiança e amizade, e assim me deixo ser “eivado" pelos sentimentos que me machucam.
Deixar ir embora significa aceitar cada situação como ela é, mas não forçar as coisas, deixando que elas fluam naturalmente. Isso sempre me moveu, deixar que as coisas fluam , sempre é mais saudável.  Não estou dizendo que não devemos lutar pelas coisas, mas perceber e estar atento a até que momento devemos continuar nessa luta.



pessoas tóxicas

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Depois de tanto tempo, pouco tempo (Monólogo)

As coisas mudaram sem a garota perceber. Agora escrevia novos poemas no canto da folha do fichário, e se pegava entretida nos seus pensamentos mais intrínsecos, como costumava ser. Talvez poucas vezes tivesse, por um instante, escultado a voz do vento e da terra, e o que ambos tinham para falar nos últimos tempos.

Exigências, correria, bagunça, tempo exausto.

Palavras assim, sem notória linha de raciocínio se fazia em sua mente, ela compreendia. Talvez ai, a dificuldade em que muitos tinham, em compreende-la.
Amores, beijos, novos abraços e diálogos. 

Futuro que desejava....confuso, embaraço, desembaraço. 

Lágrimas e sorriso, uma garota, uma confusão e sorrisos pelos pequenos e minúsculos detalhes da vida.
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